01/09/2008

Gravidade

Não senti medo, não senti. Sorri. Não o vi flutuando, não o vi. Perdi. Desafinei de propósito, então, para que fosse mudado o tom, e não a minha melodia. Mas quanta ousadia! Indisposta a ser marionete, em época de carnaval sou confete, sou folia. Disposta a ser quem você não vê, pulei, sem saber onde cairia. E a gravidade puxando para baixo...

Não me vi flutuando, não. Caí. Não senti medo, não. Parti.