04/06/2009

Em cada casa

Eu não deixo claro quando quero, nem me importo se não conquisto, mas me importo, sim, se espero; antes nunca do que tarde. O amarelo, elo, me remete a muitas outras cores, não me importo se não ganho flores. Venha. Venho a retroceder, como o desconhecido, e não dou o braço a torcer se acho difícil. Eu não falo na cara, eu calo na marra, eu caio na farra e viro vidro só pra ver o outro lado da questão. Eu não repito, não, não repito nada. Em cada casa uma goteira, em cada caso um risco, em cada form(ul)a um ângulo, em cada acaso um laço promíscuo. Já vou, antes que passe da estação.