Sigo; não espero. Só cabe a mim desfazer os nós e o
nós, só cabe a mim renunciar. Sigo; me desespero. Não é fácil seguir sem olhar pra trás, sem jamais voltar. Tudo e nada, como a pouca reciprocidade, você nunca me ensinou os seus truques, e isso que é vaidade. Mas já me sinto liberta, pronta para arriscar e ser presa de novo, mas, dessa vez, não na jaula que você construiu. Sigo; não espero. Só cabe a mim desalinhar as expectativas, só cabe a mim desencanar, descansar. Sigo; me desespero. Não existe outro você aqui, nem outro eu lá.